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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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BIKINI INTELIGENTE QUE DETETA RAIOS UV DIZ-LHE QUANDO TEM DE APLICAR PROTETOR SOLAR

Mäyjo, 02.07.17

bikini_SAPO

Todos sabemos que o protetor solar é de uso obrigatório quando se vai à praia. Mas para garantir uma protecção eficaz não basta aplicar protector uma só vez: é um gesto que deve ser repetido várias vezes ao dia e depois de ir à água, mesmo se o seu protector indicar que é resistente à água.

 

Para tornar esta tarefa mais fácil, a Spinali Design criou uma linha de bikinis inteligentes com sensores UV que lhe enviam uma mensagem para o seu smartphone quando já tiver apanhado sol suficiente. Basta indicar o seu tipo de pele na aplicação que o sensor irá monitorizar a sua exposição solar e indicar-lhe quando é hora de voltar a aplicar protector solar ou procurar um local mais fresco, escreve o Ecouterre.

Os novos bikinis inteligentes estão disponíveis em vários modelos e cores e se não gostar da ideia de vestir uma peça de roupa com sensores, a Spinali tem também toalhas de praia que funcionam tal como os bikinis. O preço das toalhas começa nos €102 e dos bikinis nos €154.

PAPEL USADO PODE SER TRANSFORMADO EM FLUIDO LÍQUIDO PARA ISQUEIRO MAIS SUSTENTÁVEL

Mäyjo, 30.06.17

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Os fluidos líquidos são úteis para recarregar isqueiros ou ajudar a acender um churrasco, mas não são o produto mais ecológico do mundo. Pelo contrário: ele é feito de petróleo e liberta gases tóxicos ao queimar.

 

Para contornar este problema, uma equipa de cientistas de Hong Kong e da Hungria está a desenvolver o que pode ser uma solução mais verde: um fluido líquido limpo feito de papel usado e sem utilidade.

Liderados por István T. Horváth, da City University de Hong Kong, os pesquisadores começaram por usar papel usado e papel de jornal, utilizando ácido sulfúrico como um catalisador e convertendo-o em ácido levulínico e ácido fórmico. Estes, por sua vez, são transformados num composto conhecido como gama- valerolactona (GVL).

Segundo o Gizmag, a GVL pura não cria fumos tóxicos – quando foi usada como combustível em lâmpadas, durante horas numa pequena sala, não criou fumo ou odores. Ao contrário, por exemplo, das lâmpadas a querosene, que são muito usadas nos países em desenvolvimento e são uma das principais fontes de problemas de saúde.

E sim, o GVL também é um acelerador de fogo eficaz quando adicionado ao carvão. Embora funcione muito lentamente na sua forma pura, ele pode inflamar o carvão dentro de poucos segundos, se combinado com o etanol. Em testes de laboratório, verificou-se que uma mistura inflamada de 90% de GVL e 10% de etanol libertou 15% menos compostos orgânicos voláteis que os fluidos líquidos mais tradicionais.

A descoberta foi publicada no jornal ACS Sustainable Chemistry & Engineering.

Foto: Matti Mattila / Creative Commons

NOVA IORQUE: CAIXOTES DO LIXO PODEM FUNCIONAR COMO HOTSPOTS DE WI-FI

Mäyjo, 20.06.17

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A empresa norte-americana Bigbelly quer transformar os caixotes do lixo de Nova Iorque em hotspots de wi-fi, de acordo com o Mother Nature News. Segundo o site, a empresa de Massachusetts já instalou equipamento de wi-fi em vários em vários dos ecopontos e compactadores de lixo da Grande Maçã, numa primeira fase de testes.

 

O equipamento é alimentado por energia solar e poderá ser uma realidade assim que alguns problemas logísticos forem resolvidos. Um deles é o facto de os vários edifícios e torres de escritórios poderem facilmente bloquear o sinal. Talvez por isso, Times Square é uma das zonas onde decorre a fase de testes.

Ainda assim, nada que preocupe a Bigbelly. A empresa já comercializa soluções de armazenamento de resíduos de grande capacidade, cujos sensores avisam os departamentos e saneamento da altura certa para que estas estações sejam esvaziadas. Assim, o processo de acrescentar painéis solares e wi-fi não foi demasiado complexo.

Segundo a Bigbelly, dois dos caixotes do lixo com wi-fi instalados em Wall Street tiveram níveis de produtividade – no que toca a sinal wi-fi – bastante interessantes, o que prova que o programa tem tudo para ser um sucesso.

O Mother Nature News revela que, nos próximos meses, novos caixotes e ecopontos receberão o equipamento wi-fi. Uma pequena vitória para a empresa de Massachusetts.

Os morangos que não crescem na terra

Mäyjo, 26.05.17

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NOVA GERAÇÃO DE AGRICULTORES CULTIVA MORANGOS SEM RECURSO A TERRA

Mais tarde ou mais cedo as novas tecnologias acabam por chegar à agricultura e substituir os métodos tradicionais de cultivo. A nova geração de agricultores muito tem contribuído para a adopção destas novas práticas e uma delas está já a ser implementada pelos novos agricultores britânicos no cultivo de morangos.

 

Estes novos agricultores estão a cultivar morangos em estufas avançadas, onde o fruto cresce dentro de vasos que são pendurados no teto – o que facilita a apanha do morango, já que o fruto fica pendurado nos vasos – e que em vez de terra estão cheios com água e nutrientes artificiais, o que permite prolongar a época de produção do fruto e responder mais rapidamente à procura.

A técnica não é nova e é já implementada em países com escassez de solo arável para o cultivo de outras frutas e vegetais. Ainda assim, estes morangos britânicos são cultivados através desta técnica dentro de estufas altamente climatizadas e são cada vez mais os produtores de morangos que a ela aderem, escreve o Daily Mail.

Estes morangos que crescem apenas na água são alimentados com vários nutrientes, como o azoto, fósforo, cálcio, potássio e magnésio. Mas será que têm o mesmo sabor que os morangos plantados em solo natural? Os produtores que utilizam esta nova técnica asseguram que sim. Resta agora aos consumidores comprovarem o real sabor destes frutos criados com as recentes tecnologias agrícolas.

INVESTIGADORES NORTE-AMERICANOS DESENVOLVEM CHIPS DE MADEIRA E BIODEGRADÁVEIS

Mäyjo, 22.05.17

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Uma equipa liderada por Zhenqiang Ma, professor de engenharia computacional e eléctrica da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, está a desenvolver um chip feito de madeira biodegradável, que substituirá materiais como silicone na base dos componentes de vários produtos.

 

Segundo explicaram os inventores ao MIT Technology Review, o fabrico destes chips pode ajudar a resolver o problema crescente ligada à acumulação de lixo electrónico – e dos seus materiais potencialmente tóxicos.

O MIT Technology Review avança que os resultados encontrados pela equipa de Ma mostram que um material transparente e derivado da madeira, chamado papel de nanocelulose, pode ser uma alternativa atractiva ao plástico, como superfície para electrónica flexível.

“Em duas demonstrações recentes, Ma e os seus colegas demonstraram que podem utilizar nanocelulose como camada de suporte para circuitos de frequência rádio com performances comparáveis aos que são normalmente utilizados em smartphones e tablets. E também demonstraram que estes chips podem ser eliminados por um fungo comum”, explicou o jornal.

Na verdade, a nanocelulose não substitui os componentes electrónicos destes chips, apenas a base destes componentes. Ainda assim, esta inovação é suficientemente importante, uma vez que os compoentes electrónicos de um chip são bastante mais pequenos que a sua base.

Segundo Ma, os chips estão prontos para ser comercializados, ainda que o mercado, provavelmente, não esteja. “Será precisa muita pressão ambiental ou um aumento de preços de um semicondutor raro, como o gálio, para que a indústria tradicional da electrónica de consumo mude as práticas actuais e considere chips feitos de madeira”, explicou Ma.